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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Wishlist literária de janeiro!


Oi pessoal! Primeiramente peço desculpas (de novo!) pelo sumiço, eu estava na correria de comprar material, uma semana dessas fiquei mega doente, e agora meu computador está mais lento do que eu e demorei um tempão pra conseguir salvar uma imagem #chora. 
Segundamente (brinks) estou pretendo devorar muitos livros esse ano, nesse mês já li cinco livros, e vi notícias de livros que vão sair e estou super animada! Btw, minha wishlist de livros cresce ainda mais, tem uns 20 e poucos, e ainda não tenho alguns da wishlist de dezembro #choradenovo, apenas três (Livros de HP capa branca, Box PJO, e A Esperança), então o restante continua na espera, mas essa wishlist realmente tem livros que eu estou querendo muito, então... bora lá?

1 - Insurgente.
Quem me acompanha no instagram sabe que recentemente eu ganhei dois livros que eu queria MUITO: O chamado do cuco e Divergente. Comecei O chamado do cuco primeiro, mas Divergente começou a me chamar loucamente na estante e eu o li. Não, não li, devorei, em três dias. É muito, eu sei, só que seria apenas dois dias porquê no primeiro dia apenas li o primeiro capítulo, no segundo dia comecei a ler a tarde, quando eu vi o livro tinha terminado e era meia noite. Pretendo fazer resenha, mas eu realmente estou PIRANDO por Insurgente, e me sinto totalmente orfã :(
''Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.''


2 - A menina que colecionava borboletas.
Não é segredo pra ninguém que eu amo os livros da Bruna Vieira. Ano passado ela revelou que esse ano ela lançaria dois novos livros: O segundo livro da trilogia Meu primeiro blog e seu segundo livro de crônicas e contos. A menina que colecionava borboletas será lançado em fevereiro e é mais uma coletânea da maravilhosa escrita de crônicas da minha diva. 
 ''Bruna Vieira está cada vez mais longe dos quinze, e sabe que crescer  nunca é tão simples. Considerada uma das blogueiras mais influentes do mundo, mais uma vez ela dá vazão ao seu talento como escritora com este seu novo livro de crônicas e pensamentos, em que mostra o quanto amadurecer e conquistar a independência é maravilhoso, mas tem seus desafios e poréns. A garota do interior que usa batom  vermelho e que realizou seus maiores sonhos continua inspirando adolescentes de todo o país. Para ela, as páginas deste livro significam o bater de asas das borboletas que colecionou dentro do peito por algum tempo e que agora, finalmente, pode deixar que voem livres por aí.''
Sinopse retirada do site livros e citações.
3 - L.A Candy.
''Um produtor de TV contrata Jane e Scarlett, melhores amigas recém-saídas da escola, para gravar um reality show sobre quatro jovens tentando ganhar a vida em Los Angeles. Scarlett estranha tanta atenção, mas Jane adora ter um bom apartamento e entradas "vips" para boates. Até que um desentendimento entre as meninas pode ameaçar tanto sua amizade quanto o futuro do programa.''

4 - A menina que roubava livros.
É só resolverem fazer um filme de algum livro que eu me determino a lê-lo. Não foi diferente com esse. Nunca liguei muito para esse livro, mas depois de ver o trailer do filme e prestar atenção na sinopse, fiquei mega interessada e pretendo ler antes de ver o filme. 
''Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em "A Menina que Roubava Livros", livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do "The New York Times".
Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, "O Manual do Coveiro". Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.
E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar.
Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.''


5 - Ana e o beijo francês.

Amo ler romances, e o que me chamou atenção foi o título do livro ''Ana e o beijo francês''... Meio fora do comum né? Apesar de não curtir nada que tenha a ver com França, apenas o idioma francês, o livro chamou minha atenção a partir do título e da sinopse promissora:
“Isto é tudo o que sei sobre a França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também, embora eu não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Louis. Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama-se Louvre, tem o formato de uma pirâmide, e a Mona Lisa vive lá junto com a estátua da mulher sem braços. E tem cafés e bistrôs — ou qualquer nome que eles dão a estes — em cada esquina... Não é que eu seja ingrata, quero dizer, é Paris. A Cidade Luz! A cidade mais romântica do mundo.” Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris, já que seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, uma melhor amiga fiel e um namoro prestes a acontecer. Mas, ao chegar a Paris, Anna conhece Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito. Só que Etiénne, além de tudo, tem uma namorada... Anna e Etiénne se aproximam e as coisas ficam mais complicadas. Será que um ano inteiro de desencontros em Paris terminará com o esperado beijo francês? Ou certas coisas simplesmente não estão destinadas a acontecer? Stephanie Perkins escreveu um romance de estreia divertido, com personagens espirituosos que garantem dedos formigando e corações derretendo.''

6 - Comer, rezar, amar.

Apesar do livro ter um filme, me recuso a assistir antes de ler. A sinopse faz o livro parecer completamente interessante e envolvente, o que me deixou feliz, pois eu sempre me desinteresso ao ler sinopses, mas essa é bem completa, e eu não vejo a hora ter esse livro em minhas mãos.
''O prazer mundano, a devoção religiosa e os verdadeiros desejos.
Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer: um marido apaixonado, uma casa espaçosa que acabara de comprar, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico. 
Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo – sozinha. "Comer, Rezar, Amar" é a envolvente crônica desse ano. O objetivo de Gilbert era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles. "Assim, quis explorar a arte do prazer na Itália, a arte da devoção na Índia, e, na Indonésia, a arte de equilibrar as duas coisas", explica. 
Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida. Na Índia dedicou-se à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio, viajou durante quatro meses. Já em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou da melhor maneira possível: inesperadamente. 
Escrito com ironia, humor e inteligência, o best seller de Elizabeth Gilbert é um relato sobre a importância de assumir a responsabilidade pelo próprio contentamento e parar de viver conforme os ideais da sociedade. É um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor. 
Aclamado pelo The New York Times como um dos 100 livros notáveis de 2006 e escolhido pela Entertainment Weekly uma das melhores obras de não-ficção do ano, "Comer, Rezar, Amar" originou o roteiro do filme homônimo.''


That's all! Essa é a minha wishlist do mês, lembrando que ainda quero alguns itens da wishlist de dezembro: La La Land, A ilha dos dissidentes, Os diários de Carrie e Zumbis vs Unicórnios. Em breve eu faço resenha de Divergente, e me acompanhem no instagram para conferir quais itens das wishlists eu consigo riscar: @deboramlira \o/. Bye!