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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Resenha: Divergente


Tinha dito que faria uma resenha de divergente, e aí está. Li esse livro no fim do ano passado ou no começo desse ano, não me lembro muito bem, mas sei que foi uma experiência maravilhosa. 



Sabe quando você quer ler um livro, mas não tem muita expectativas? Então. Pra falar a verdade, eu tinha -1 expectativas com esse livro por causa do trailer do filme, que simplesmente parece ser algo tosco de ação (pra mim pareceu). O começo do livro não ajuda muito, mas fui perseverante e sou grata por ter terminado ele, pois foi um dos melhores livros que eu já li.





Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive. 



O livro me surpreendeu muito, pois o final é completamente eletrizante. Fiquei impressionada em como a Veronica Roth equilibrou romance, ação, amizade, conflitos, dramas e momentos bons sem pesar demais em um ou outro aspecto. Quando eu sentia que faltava algum desses elementos, ele chegava. Quando eu me cansava, o elemento mudava. Tudo sempre de uma maneira suave. 
Gostei muito também dos trechos de ação, pois são muito compreensíveis e bons de imaginar.



Um aviso: A Veronica não tem dó em fazer muitas coisas, haha #nãoéspoiler.



Espero que tenham gostado da resenha e das fotos, que foram tiradas por mim ♥